Locus  

Colheita de embriões eqüinos 48 h após a aplicação de luteolítico: parâmetros reprodutivos, concentração sérica de progesterona e de proteínas do fluido uterino

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dc.creator Goretti, Rafael Guedes
dc.date.accessioned 2015-03-26T13:46:50Z
dc.date.available 2007-01-19
dc.date.available 2015-03-26T13:46:50Z
dc.date.issued 2005-05-23
dc.identifier.citation GORETTI, Rafael Guedes. Equine embryo collection 48 h after luteolitic application: reproductive parameters, concentration of serum progesterone and uterine fluid proteins. 2005. 51 f. Dissertação (Mestrado em Biotecnologia, diagnóstico e controle de doenças; Epidemiologia e controle de qualidade de prod. de) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, 2005. por
dc.identifier.uri http://locus.ufv.br/handle/123456789/5023
dc.description.abstract O objetivo deste estudo foi determinar a concentração de proteínas do fluido uterino de éguas prenhas e não prenhas, bem como registrar as características da palpação retal e ultra-sonografia do útero, cérvix e corpo lúteo (Capítulo I). Também se objetivou verificar a viabilidade embrionária e o período interovulatório de éguas doadoras de embriões eqüinos, 48 h após a aplicação de luteolítico (Lutalyse Upjohn®, Capítulo II)). Doze éguas doadoras de embriões, totalizando 24 ciclos estrais, tiveram amostragem de fluido uterino no dia da colheita do embrião (dia 8 e 9 do ciclo estral) e, posteriormente, estas foram submetidas ao teste do Ácido Bicinconínico para determinação da concentração de proteínas solúveis. A presença de embrião no lavado uterino diferenciou éguas prenhas de não prenhas. Características ultra-sonográficas e da palpação do útero, da cérvix e do corpo lúteo foram registradas no dia da colheita do embrião para determinar suas correlações com a presença ou ausência do embrião. A taxa de recuperação embrionária foi de 58,3 %. A concentração de proteínas do fluido uterino de éguas prenhas foi de 36,0±22,04 mg/mL e de éguas não prenhas de 42,27±19,71 mg/mL, não sendo observada diferença entre os animais dos grupos experimentais (P>0,05). Não houve diferença (P>0,05) entre éguas prenhas e não prenhas quanto a ecogenicidade uterina e do corpo lúteo, o diâmetro do corpo lúteo, o tônus uterino e o tônus cervical no dia da colheita do embrião. No Capítulo II, vinte ciclos estrais de dez éguas diferentes foram utilizados. No primeiro ciclo as éguas foram submetidas ao protocolo normal de transferência de embriões (grupo controle), com aplicação de luteolítico no dia da colheita do embrião. No segundo ciclo estral, o luteolítico foi aplicado 48 h antes da colheita do embrião (grupo tratado). Quando comparadas éguas tratadas com luteolítico 48 h antes da colheita do embrião com as éguas do grupo controle, não foi registrada diferença (P>0,05) na taxa de recuperação embrionária, prenhez das éguas receptoras, qualidade embrionária, concentração de proteínas no fluido uterino e intervalo luteolítico-ovulação. No grupo controle observou-se 80% de lavados positivos, sendo obtidas sete prenhezes nas éguas receptoras (87,5%). No grupo tratado com luteolítico 48 h antes da colheita do embrião foram colheitados sete embriões (70% de recuperação), com seis prenhezes nas éguas receptoras (85,7%). A concentração média de progesterona sérica só foi determinada para o grupo tratado com luteolítico 48 h antes da colheita do embrião, sendo de 13,86±5,42 ng/mL no dia da aplicação do luteolítico, decrescendo para 0,46±0,25 ng/mL no dia da colheita do embrião, existindo diferenças entre os animais dos grupos experimentais (P<0,05). A concentração de proteínas solúveis do fluido uterino dos animais do grupo tratado foi de 37,77±9,87 mg/mL e nos do grupo controle 33,5±15,48 mg/mL. O período interovulatório diferiu entre os grupos experimentais (P<0,05), com a ovulação no grupo controle ocorrendo, em média, 18,5 dias e, no grupo tratado, 15,9 dias após a aplicação do luteolítico. A interação materno-fetal nos dias 8 e 9 pósovulação não foi suficientemente forte para gerar modificações significativas entre as características de palpação retal e ultra-sonográficas estudas de éguas prenhas e não prenhas. A análise da concentração de proteínas solúveis do fluido uterino é influenciada por diversos fatores que não somente a presença do embrião, sendo esta bastante variável e não eficaz para determinação indireta de condições viáveis para a manutenção da gestação. A aplicação de luteolítico 48 h antes da colheita e transferência de embriões mostrou-se uma técnica viável, propiciando período interovulatório menor e, conseqüentemente, maior número de estros da égua doadora por estação reprodutiva. Os embriões eqüinos mantêm sua viabilidade 48 h após a aplicação de luteolítico, sendo resistentes à queda na concentração de progesterona por este período. pt_BR
dc.description.abstract The aim of the present study was determine the soluble uterine fluid protein concentration of Mangalarga Marchador pregnant and non pregnant mares, at the embryo collection day, and correlate those with ultrasonic and palpable characteristics of the female genital tract (Chapter I). Was still studied the relation between serum progesterone concentration and soluble protein in uterine fluid concentration, analyzing the embryo recovery rate and quality and the pregnancy rate in recipient mares of embryos collected 48 h after luteolitic application. The interovulatory period and the luteolitic-ovulation interval were also observed (Chapter II). Twenty four estrous cycles of 12 embryo donors mares had a small amount of uterine fluid harvested at the embryo collection day (day 8 and 9 of the estrous cycle) which was submitted to the Bicinchoninic Acid Test. Ultra-sonographic and palpable characteristics of the uterus, cervix and corpus luteum were studied to establish correlations with pregnant and non pregnant mares. The presence of an embryo in the uterine flushing differentiated pregnant of non pregnant mares. The embryo recovery rate was 58.3 %. The mean protein concentration of uterine fluid of pregnant mares was 36.0±22.04 mg/mL and of non pregnant mares 42.27±19.71 mg/mL, with no difference between groups (p>0.05). Additionally, no difference was observed between groups for uterine and corpus luteum ecogenicity, corpus luteum diameter and cervix and uterine tonus. In Chapter II, twenty estrous cycles of ten mares were monitored. Standard protocol of equine embryo transfer was applied to the first estrous cycle (luteolitic application at the day of embryo transfer, control group). In the second estrous cycle, luteolitic application was performed 48 h before embryo transfer (treated group). No difference (p>0.05) was observed in recovery rate, pregnancy in the recipient mare, embryo quality, protein concentration in uterine fluid and luteolitic-ovulation interval. In the control mares 80% of positive uterine flushes were observed, with seven pregnancies in recipient mares (87.5 %). In the treated animals the recovery rate was 70 %, with six pregnant recipient mares (85.7 %). The serum progesterone concentration was only determined for the treated group, being 13.86±5.42 ng/mL in the day of luteolitic application (48 h before embryo collection), decreasing to 0.46±0.25 ng/mL on the day of embryo collection (p<0.05). The uterine protein fluid concentration in the treated animals was 37.77±9.87 mg/mL and in the control ones 33.5±15.48 mg/mL (p>0.05). The interovulatory period was 18.5 days in the control mares and 25.9 in the treated ones, showing difference between themselves (p<0.05). Fetal-maternal interaction at days 8 and 9 after ovulation is not strong enough to change the parameters studied between pregnant and non pregnant mares. Many factors influence the soluble uterine protein concentration besides the embryo presence, which turns it into a very variable and inefficient parameter to determine viable conditions to embryo development. The smaller interovulatory period was due to the anticipation of luteolitic application, allowing two more estrous cycles per donor mare per reproduction season. A viable embryo 48 h after luteolitic application shows the uterine capacity to keep favorable conditions for embryo development. eng
dc.description.sponsorship
dc.format application/pdf por
dc.language por por
dc.publisher Universidade Federal de Viçosa por
dc.rights Acesso Aberto por
dc.subject Equino por
dc.subject Transferência de embriões por
dc.subject Útero por
dc.subject Reprodução animal por
dc.subject Equine eng
dc.subject Embryo transfer eng
dc.subject Uterus eng
dc.subject Animal reproduction eng
dc.title Colheita de embriões eqüinos 48 h após a aplicação de luteolítico: parâmetros reprodutivos, concentração sérica de progesterona e de proteínas do fluido uterino por
dc.title.alternative Equine embryo collection 48 h after luteolitic application: reproductive parameters, concentration of serum progesterone and uterine fluid proteins eng
dc.type Dissertação por
dc.publisher.country BR por
dc.publisher.department Biotecnologia, diagnóstico e controle de doenças; Epidemiologia e controle de qualidade de prod. de por
dc.publisher.program Mestrado em Medicina Veterinária por
dc.publisher.initials UFV por
dc.subject.cnpq CNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::MEDICINA VETERINARIA::REPRODUCAO ANIMAL por
dc.creator.lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4702814T0 por
dc.contributor.advisor1 Guimarães, José Domingos
dc.contributor.advisor1Lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4782270U6 por
dc.contributor.referee1 Costa, Eduardo Paulino da
dc.contributor.referee1Lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787237D6 por
dc.contributor.referee2 Carvalho, Giovanni Ribeiro de
dc.contributor.referee2Lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4723068Z6 por
dc.contributor.referee3 Torres, Ciro Alexandre Alves
dc.contributor.referee3Lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787213D4 por
dc.contributor.referee4 Borges, Alan Maia
dc.contributor.referee4Lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4796232T6 por


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  • Medicina Veterinária [457]
    Teses e dissertações defendidas no Programa de Pós-Graduação em Medicina Veterinária

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