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dc.contributor.authorResende, Helder Canto
dc.date.accessioned2015-03-26T12:45:33Z-
dc.date.available2013-09-02
dc.date.available2015-03-26T12:45:33Z-
dc.date.issued2012-06-05
dc.identifier.citationRESENDE, Helder Canto. Phylogeography and conservation of Melipona capixaba Moure and Camargo, 1994 and Melipona scutellaris Latreille, 1811, and biogeography of the genus Melipona Illiger, 1806 (Hymenoptera: Apidae). 2012. 155 f. Tese (Doutorado em Genética animal; Genética molecular e de microrganismos; Genética quantitativa; Genética vegetal; Me) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, 2012.por
dc.identifier.urihttp://locus.ufv.br/handle/123456789/1350-
dc.description.abstractA abelha sem ferrão Melipona capixaba Moure e Camargo, 1994, a uruçu-capixaba, é endêmica da Mata Atlântica brasileira e está ameaçada de extinção. Sua distribuição geográfica é conhecida apenas em áreas de altitude do estado do Espírito Santo. Melipona scutellaris Latreille, 1811, a uruçu nordestina, tem sido considerada como presumivelmente ameaçada de extinção devido à redução de sua área de ocorrência natural. A espécie ocorre na Mata Atlântica entre os estados da Bahia ao Rio Grande do Norte. O presente trabalho teve por objetivo determinar a área de ocorrência geográfica da espécie M. capixaba, inferir as relações filogenéticas e filogeográficas entre M. capixaba e M. scutellaris, estudar um caso de hibridação entre essas abelhas e apresentar uma hipótese sobre a história biogeográfica do gênero Melipona Illiger, 1806 (Hymenoptera: Apidae). Os resultados obtidos indicam que a espécie M. capixaba ocorre apenas no estado do Espírito Santo em altitudes entre 800 e 1200 metros, com temperaturas médias anuais em torno de 18-23ºC e cobertura vegetal do tipo Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Aberta, restrita a uma área de aproximadamente 3450Km2, possivelmente a menor distribuição geográfica conhecida entre as abelhas sem ferrão. As espécies M. capixaba e M. scutellaris são espécies irmãs como demonstra as árvores filogenéticas reconstruídas com base em sequências mitocondriais e nucleares. O atual padrão de diversidade genética dessas espécies deve ser explicado por eventos históricos de vicariância na Mata Atlântica. A hibridação entre essas abelhas foi confirmada e os resultados demonstram que machos de M. scutellaris são capazes de fecundar rainhas de M. capixaba, gerando híbridos férteis. Por isso, deve-se impedir a introdução de colônias de M. scutellaris na área de ocorrência da espécie ameaçada M. capixaba. A história biogeográfica do gênero Melipona deve ser explicada por processos históricos de expansão geográfica e vicariância deste o Mioceno e Plioceno, até processos mais recentes de vicariância, no Pleistoceno, em diferentes ambientes da América do Sul, América Central e México. Assim, as relações filogenéticas e biogeográficas entre as espécies do gênero Melipona oferecem interessante perspectiva de estudo para o entendimento da história biogeográfica Neotropical.pt_BR
dc.description.abstractThe stingless bee Melipona capixaba Moure and Camargo, 1994, the "uruçu-capixaba" is endemic to the Brazilian Atlantic Forest and is threatened with extinction. Their geographical distribution is known only in high altitude areas of the state of Espirito Santo. Melipona scutellaris Latreille, 1811, the "uruçu-nordestina", has been considered as presumably threatened with extinction due to the reduction of its area of natural occurrence. The species occurs in the Atlantic Forest between the states of Bahia and Rio Grande do Norte. This study aimed to determine the geographic area of occurrence of the species M. capixaba, infer the phylogenetic and phylogeographic relationships between M. capixaba and M. scutellaris, study a case of hybridization between these bees and present a hypothesis about the biogeographic history of the genus Melipona Illiger, 1806 (Hymenoptera: Apidae). The results indicate that the species M. capixaba occurs only in the state of the Espírito Santo, Brazil at altitudes between 800 and 1200 meters, with average annual temperatures around 18-23º C, and vegetation type ombrophilous dense Atlantic Forest and open ambrophilous forest, restricted to an area of approximately 3,450 Km2, possibly the smallest known geographical distribution among the stingless bees. M. capixaba and M. scutellaris are sisters species as demonstrated by reconstructed phylogenetic trees based on nuclear and mitochondrial sequences. The current pattern of genetic diversity of these species must be explained by historical vicariance events in the Atlantic Florest. The hybridization between these bees was confirmed and the results show that male M. scutellaris are able to fertilize the queens of M. capixaba, creating fertile hybrids. Therefore, we must prevent the introduction of colonies of M. scutellaris in the area of occurrence of threatened species M. capixaba. The biogeographic history of the genus Melipona be explained by historical processes of expansion and vicariance of the Miocene and Pliocene, to more recent cases of vicariance in the Pleistocene, in different environments of South America and Central America. Thus, the phylogenetic and biogeographic relationships among species of the genus Melipona study offers interesting perspective for understanding the biogeographic history Neotropical.eng
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Viçosapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectMeliponapor
dc.subjectAbelha sem ferrãopor
dc.subjectBiogeografiapor
dc.subjectFilogeografiapor
dc.subjectMeliponaeng
dc.subjectStingless beeeng
dc.subjectBiogeographyeng
dc.subjectFilogeographyeng
dc.titleFilogeografia e conservação de Melipona capixaba Moure e Camargo, 1994 e Melipona scutellaris Latreille, 1811, e biogeografia do gênero Melipona Illiger, 1806 (Hymenoptera: Apidae)por
dc.title.alternativePhylogeography and conservation of Melipona capixaba Moure and Camargo, 1994 and Melipona scutellaris Latreille, 1811, and biogeography of the genus Melipona Illiger, 1806 (Hymenoptera: Apidae)eng
dc.typeTesepor
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0350870742674959por
dc.contributor.advisor-co1Yotoko, Karla Suemy Clemente
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4763141P7por
dc.contributor.advisor-co2Tavares, Mara Garcia
dc.contributor.advisor-co2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4798782P4por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentGenética animal; Genética molecular e de microrganismos; Genética quantitativa; Genética vegetal; Mepor
dc.publisher.programDoutorado em Genética e Melhoramentopor
dc.publisher.initialsUFVpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::GENETICA::GENETICA ANIMALpor
dc.contributor.advisor1Campos, Lúcio Antonio de Oliveira
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4783908P9por
dc.contributor.referee1Oliveira, Luiz Orlando de
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4781626T2por
dc.contributor.referee2Mendes, Sérgio Lucena
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787015A6por
dc.contributor.referee3Almeida, Eduardo Andrade Botelho de
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/0835208134454555por
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