Locus  

Tolerância aguda e crônica de adultos de beta, Betta splendens, à salinidade da água

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dc.contributor.author Zuanon, Jener Alexandre Sampaio
dc.contributor.author Salaro, Ana Lúcia
dc.contributor.author Veras, Galileu Crovatto
dc.contributor.author Tavares, Mateus Moraes
dc.contributor.author Chaves, William
dc.date.accessioned 2017-12-18T12:59:04Z
dc.date.available 2017-12-18T12:59:04Z
dc.date.issued 2008-12-10
dc.identifier.issn 18069290
dc.identifier.uri http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982009001100005
dc.identifier.uri http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/15382
dc.description.abstract Com o objetivo de avaliar a tolerância de Betta splendens à salinidade da água, realizou-se um experimento em delineamento inteiramente casualizado, com seis concentrações de sal na água (0; 3; 6; 9; 12 e 15 g de sal comum/L de água), cada uma com cinco repetições (1 peixe/repetição). Fêmeas adultas de Betta splendens foram alojadas individualmente em aquários mantidos em estufa incubadora, a 26 ± 0,2 ºC e fotoperíodo de 12 horas. Os peixes foram alimentados até a saciedade, uma vez ao dia, com ração comercial. Foram mensurados o consumo diário de ração e a sobrevivência dos peixes a cada 12 horas. Para avaliar o efeito agudo da salinidade, foram calculados o tempo médio de sobrevivência e a salinidade letal mediana-96 horas, enquanto o efeito crônico (18 dias) foi avaliado pelo cálculo da salinidade máxima de sobrevivência e da salinidade letal mediana. O tempo médio de sobrevivência foi significativamente menor na salinidade de 15 g/L. A salinidade letal mediana-96 horas estimada foi de 11,88 g/L, a salinidade máxima de sobrevivência entre 6 e 7 g/L, e a salinidade letal mediana de 9,35 g/L. Observou-se interação significativa entre as salinidades da água e o tempo de alimentação. Considerando que é uma espécie de água doce, o beta possui alta tolerância à salinidade da água. pt-BR
dc.description.abstract Salinity tolerance of Betta splendens was evaluated in a complete randomized design, with six salt concentrations in the water (0; 3; 6; 9; 12 and 15 g common salt/L) with five replications (1 fish/replication). Adult female B. splendens were individually placed in aquariums in an incubation chamber at 26 ± 0.2ºC and 12-hour photoperiod. Fish were fed to satiation, once a day, with commercial diet. Feed intake and survival rate were measured every 12 hours. To evaluate the effect of acute salinity, the mean survival time and median lethal salinity-96 h were calculated, while the chronic effect (18 days) was assessed by calculating the survival salinity maximum and median lethal salinity. The mean survival time was significantly lower at 15 g/L water salinity. The median lethal salinity-96 h calculated was 11.88 g/L, the survival salinity maximum was between 6 and 7 g/L, and the median lethal salinity was 9.35 g/L. There was a significant interaction between feeding time and water salinity. Considering that the B. splendens is a freshwater species, it was concluded that this species demonstrated a high tolerance to water salinity. en
dc.format pdf pt-BR
dc.language.iso por pt-BR
dc.publisher Revista Brasileira de Zootecnia pt-BR
dc.relation.ispartofseries v.38, n.11, p.2106-2110, Nov. 2009 pt-BR
dc.rights Open Access pt-BR
dc.subject Cloreto de sódio pt-BR
dc.subject Peixe de briga pt-BR
dc.subject Salinidade letal mediana pt-BR
dc.subject Salinidade máxima de sobrevivência pt-BR
dc.title Tolerância aguda e crônica de adultos de beta, Betta splendens, à salinidade da água pt-BR
dc.type Artigo pt-BR


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