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Das páginas do livro para a tela do cinema: um estudo comparativo entre as adaptações fílmicas de ratos e homens, de John Steinbeck

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dc.contributor.author Botelho, Michael Jones
dc.contributor.author Dudalski, Sirlei Santos
dc.date.accessioned 2018-02-16T09:32:27Z
dc.date.available 2018-02-16T09:32:27Z
dc.date.issued 2016-04-29
dc.identifier.issn 1984-1124
dc.identifier.uri http://www.revistas.usp.br/criacaoecritica/article/view/111909
dc.identifier.uri http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/17649
dc.description.abstract O presente artigo visa empreender um estudo comparativo entre a obra literária Ratos e Homens (1937), do escritor estadunidense John Steinbeck, e suas duas adaptações para o Cinema, ocorridas, respectivamente, em 1939, sob a direção de Lewis Milestone, e no ano de 1992, dirigida por Gary Sinise. Este confronto é embasado pela Teoria da Adaptação e da Tradução Intersemiótica e objetiva verificar e interpretar, a partir deste cotejo, os processos de (re)criação da obra literária para a Sétima Arte, ocasionados pela transposição de sistemas semióticos distintos. Após longa análise e discussão, pudemos constatar, de modo incisivo, que toda adaptação cinematográfica, fruto da interpretação subjetiva de um dado número de adaptadores, deve ser estudada como uma obra autônoma e, por o ser, do mesmo modo não pode ser julgada pelo critério da fidelidade, já que esta se torna impossível ao longo do processo de adaptação. Detectamos, outrossim, que as adaptações criativas de ambos os roteiristas e diretores se deram, principalmente, pela leitura subjetiva dos mesmos. pt-BR
dc.description.abstract This article aims at undertaking a comparative study between the book Of Mice and Men (1937), by the North writer John Steinbeck, and its two adaptations to the Cinema, occurring, respectively, in 1939, under the direction of Lewis Milestone, and in the year 1992, directed by Gary Sinise. This confrontation is grounded by the Theory of Adaptation and Intersemiotic Translation and aims at verifying and interpreting, from this comparison, the process of (re)creation of the literary work for the Seventh Art, occasioned by the transposition of different semiotic systems. After lengthy analysis and discussion, we have seen, incisively, that every film adaptation, due to the subjective interpretation of a given number of adapters, should be studied as an autonomous work, and being, likewise can’t be judged by criteria of fidelity, since this becomes impossible during the process of adaptation. We have detected, moreover, that creative adaptations of both scriptwriters and directors are given, mainly, by the subjective reading of them. en
dc.format pdf pt-BR
dc.language.iso por pt-BR
dc.publisher Criação & Crítica pt-BR
dc.relation.ispartofseries n. 16, p. 74-90, jun. 2016 pt-BR
dc.rights Open Access pt-BR
dc.subject Literatura e Cinema pt-BR
dc.subject Adaptação fílmica pt-BR
dc.subject Fidelidade pt-BR
dc.subject Adaptação criativa pt-BR
dc.title Das páginas do livro para a tela do cinema: um estudo comparativo entre as adaptações fílmicas de ratos e homens, de John Steinbeck pt-BR
dc.type Artigo pt-BR


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