Locus  

Anatomia do caule (casca e lenho), da folha e coléter de Bathysa cuspidata (St. Hil.) Hook. f. (RUBIACEAE)

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dc.creator Coelho, Victor Peçanha de Miranda
dc.date.accessioned 2015-03-26T13:08:45Z
dc.date.available 2013-11-12
dc.date.available 2015-03-26T13:08:45Z
dc.date.issued 2009-02-17
dc.identifier.citation COELHO, Victor Peçanha de Miranda. Anatomy of stem (bark and wood), leaf and colleter of Bathysa cuspidata (St. Hil.) Hook. f. (RUBIACEAE). 2009. 79 f. Dissertação (Mestrado em Botânica estrutural; Ecologia e Sistemática) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, 2009. por
dc.identifier.uri http://locus.ufv.br/handle/123456789/2512
dc.description.abstract Bathysa (Rubiaceae), juntamente com as plantas que possuem cascas amargas de coloração avermelhada ou amarela, usadas como tônicas ou febrífugas são conhecidas como falsas quinas. No Brasil, Bathysa cuspidata (St. Hil.) Hook. f. é conhecida popularmente como “quina-do-mato” e tem a casca do caule usada na medicina popular para doenças do estômago, fígado e como cicatrizante. Este trabalho vem contribuir com informações sobre a anatomia e histoquímica do caule (casca e lenho), da folha e dos coléteres presentes nos ápices vegetativos. O estudo foi conduzido no Parque Estadual da Serra do Brigadeiro (PESB), Município de Araponga, Estado de Minas Gerais. Para a análise estrutural as amostras foram processadas de acordo com técnicas usuais em microscopia de luz e microscopia eletrônica de varredura. Para análise histoquímica amostras frescas foram submetidas a diversos corantes e reagentes. A região medial da nervura principal possui o feixe medular central com rotação conspícua em seu eixo, sendo esse um caráter anatômico consistente para identificação de B. cuspidata. O estudo histoquímico demonstrou que existe semelhança entre os metabólitos de interesse encontrados nas folhas e na casca do caule, principalmente em relação aos compostos de natureza fenólica, o que torna a folha um potencial farmacógeno nessa espécie. O lenho foi classificado como tipo II de lenho em Rubiaceae, caracterizado principalmente pela presença de fibras libriformes septadas. Os índices de vulnerabilidade e mesomorfia do lenho indicam que os espécimes estudados estão adaptados às condições mésicas da Serra do Brigadeiro. Os coléteres, geralmente, são do tipo padrão, mas também foram observados coléteres bifurcados, descritos anteriormente, apenas para Apocynaceae e reportados pela primeira vez em Rubiaceae. Começam a secretar com a expansão dos primórdios foliares, mantendo-se funcionais até a senescência. As estípulas são caducas, caem com a expansão das folhas jovens e os coléteres nessa fase secam e murcham. A origem dos coléteres é mista, envolvendo a protoderme, o procâmbio e o meristema fundamental. Em todas as amostras analisadas, os testes histoquímicos detectaram polissacarídeos, pectinas, compostos fenólicos e proteínas. pt_BR
dc.description.abstract Bathysa (Rubiaceae), along with other plants with bitter bark of red or yellow color, used as tonic and febrifuge are known as false Quina. In Brazil, Bathysa cuspidata (St. Hil.) Hook. f. is popularly known as "quina do mato" (quina of the fields) and the stem bark is used in folk medicine for stomach and liver ailments and healing. This work contributes with information on anatomy and histochemistry of stem (bark and wood), leaf and colleters present in the vegetative shoot apices. The study was carried out in the Serra do Brigadeiro State Park (PESB), in the municipality of Araponga, Minas Gerais. Structural analysis of samples was performed using usual techniques of light and scanning electron microscopy. Histochemical analysis of fresh samples was carried out using different stains and reagents. The middle region of the primary vein has the central medullary bundle with conspicuous rotation on its axis, which is a consistent anatomical characteristic for B. cuspidata identification. The histochemical study showed similarity among metabolites of interest found in leaves and stem bark, particularly phenolic compounds, which makes the leaf a potential source of bioactive metabolites in this species. The wood was classified as type II wood in Rubiaceae, which is mainly characterized by septate libriform fibers. Vulnerability indexes and wood mesomorphy indicate that the studied specimens are adapted to the mesic conditions prevailing in the Brigadeiro Range. The colleters, in general, were of the standard type, but bifurcated colleters were also observed as previously described only in Apocynaceae and here reported for the first time in Rubiaceae. Colleters start to secrete with the expansion of the leaf primordia and remain functional until leaf senescence. Stipules are deciduous, falling with the expansion of young leaves and the colleters dry and wilt in this phase. Colleter origin is mixed, involving the protoderm, the procambium and ground meristem. The histochemical tests detected polysaccharides, pectins, phenolic compounds and proteins in all samples. eng
dc.description.sponsorship Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.format application/pdf por
dc.language por por
dc.publisher Universidade Federal de Viçosa por
dc.rights Acesso Aberto por
dc.subject Histoquímica por
dc.subject Floresta Atlântica por
dc.subject Estrutura secretora por
dc.subject Histochemistry eng
dc.subject Floresta Atlântica eng
dc.subject Secretory structure eng
dc.title Anatomia do caule (casca e lenho), da folha e coléter de Bathysa cuspidata (St. Hil.) Hook. f. (RUBIACEAE) por
dc.title.alternative Anatomy of stem (bark and wood), leaf and colleter of Bathysa cuspidata (St. Hil.) Hook. f. (RUBIACEAE) eng
dc.type Dissertação por
dc.contributor.advisor-co1 Carvalho, Ana Márcia Macedo Ladeira
dc.contributor.advisor-co1Lattes http://lattes.cnpq.br/6017392658993288 por
dc.contributor.advisor-co2 Leite, João Paulo Viana
dc.contributor.advisor-co2Lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4763897U8 por
dc.publisher.country BR por
dc.publisher.department Botânica estrutural; Ecologia e Sistemática por
dc.publisher.program Mestrado em Botânica por
dc.publisher.initials UFV por
dc.subject.cnpq CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::BOTANICA por
dc.creator.lattes http://lattes.cnpq.br/7401521233519649 por
dc.contributor.advisor1 Ventrella, Marília Contin
dc.contributor.advisor1Lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4763436A2 por
dc.contributor.referee1 Azevedo, Aristéa Alves
dc.contributor.referee1Lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787822Y7 por
dc.contributor.referee2 Garcia, Flávia Cristina Pinto
dc.contributor.referee2Lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4785078H2 por
dc.contributor.referee3 Rodella, Roberto Antonio
dc.contributor.referee3Lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4788285E6 por


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  • Botânica [284]
    Teses e dissertações defendidas no Programa de Pós-Graduação em Botânica

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