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dc.contributor.authorPulrolnik, Karina
dc.date.accessioned2015-03-26T13:15:38Z-
dc.date.available2007-10-15
dc.date.available2015-03-26T13:15:38Z-
dc.date.issued2002-11-04
dc.identifier.citationPULROLNIK, Karina. Growth, crown dynamic and wood quality for sawmill of Eucalyptus grandis [HILL EX MAIDEN] clone submitted to artificial pruning. 2002. 121 f. Dissertação (Mestrado em Manejo Florestal; Meio Ambiente e Conservação da Natureza; Silvicultura; Tecnologia e Utilização de) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, 2002.por
dc.identifier.urihttp://locus.ufv.br/handle/123456789/3191-
dc.description.abstractO crescimento em diâmetro à altura do peito (DAP), altura e volume foram avaliados em plantas do clone 24504 de Eucalyptus grandis [HILL EX MAIDEN], estabelecidas em espaçamento 3,0 x 3,0 m, em Abaeté, MG e submetidas a diferentes intensidades e épocas de desrama artificial. Na primeira época, a primeira intervenção de desrama foi efetuada em julho de 2000 (período seco), em plantas de 20 meses e, na segunda época, a primeira intervenção de desrama foi efetuada em março de 2001 (fina l do período chuvoso) em plantas de 28 meses de idade. A segunda intervenção de desrama para as duas épocas se estendeu até 3m de altura do fuste e foi realizada aos 33 meses de idade. A altura total e o DAP das plantas foram medidos, na primeira época de desrama, nas idades de 20, 23, 28, 33, 35 e 40 meses e, na segunda época, nas idades de 28, 33, 35 e 40 meses. A medição do índice de área foliar (IAF) e da radiação fotossinteticamente ativa (PAR) foi realizada na linha e na entrelinha de plantio em duas árvores por parcela. O efeito da desrama artificial sobre a conicidade de segmentos do tronco foi avaliado através de medições do diâmetro a 0,30 m, 1,30 m, 2,30 m e 3,30 m, aos 20 e 40 meses de idade, para a primeira época e, aos 40 meses de idade, para a segunda época de desrama. A cicatrização externa dos ferimentos causados pela desrama foi avaliada aos 20, 23, 25, 28, 30, 33, 35 e 40 meses, para a primeira época de desrama, e, aos 28, 30, 33, 35 e 40 meses, para a segunda época de desrama. A cicatrização interna do ferimento foi avaliada aos 11 e 20 meses após a primeira intervenção de desrama, para primeira época e, aos 3 e 12 meses, para a segunda época. Para a primeira época, a desrama artificial não afetou significativamente o crescimento das plantas em DAP, altura e volume, após 20 meses da primeira intervenção de desrama das plantas. Para a segunda época, foi observada diferença significativa em DAP, altura e volume entre os tratamentos a 5% de probabilidade. Foram observadas diferenças significativas no IAF entre os tratamentos de desrama apenas por um período curto após a realização da desrama, para a primeira época de desrama. A desrama nas plantas de 28 meses de idade promoveu uma pequena redução do IAF, não atingindo, porém, níveis de redução suficientes para promover diferença significativa entre tratamentos. Mesmo não ocorrendo diferenças significativas para conicidade, na primeira época, houve tendência de redução com o aumento da intensidade da desrama e altura do segmento do fuste desramado. Para a segunda época de desrama, foram observadas diferenças significativas na conicidade entre os tratamentos de desrama, ao nível de 5% de probabilidade, nos segmentos do tronco correspondentes a 1,30-2,30 m e 1,30-3,30 m de altura na árvore. Estes resultados indicam que a desrama artificial, sempre que possível, deve ser realizada em plantas mais jovens. Foi observada rápida cicatrização na posição horizontal do ferimento e mais lenta na posição vertical e, a taxa de cicatrização do ferimento variou com o tamanho do ferimento e altura em que se encontrava no tronco, tendo sido mais rápida nas porções superiores do fuste, principalmente quando a coloração do tronco era esverdeada. O tempo de cicatrização dos ferimentos da desrama depende, então, de vários fatores como tamanho do ferimento, posição no tronco, idade da planta (atividade fisiológica) e vigor da planta.pt_BR
dc.description.abstractPlants of the clone 24504 of Eucalyptus grandis [HILL ex-MAIDEN] established at 3.0 x 3.0 m spacing, in Southeastern Brazil, were submitted to different artificial pruning intensities starting at two seasons: dry season, with the first pruning intervention occurring in July 2000 in plants aged 20 months and, wet season, with the first pruning intervention occurring in March 2001 in plants aged 28 months. Branches were removed up to 1.0, 1.5 and 2.0 m height in this first intervention. The second pruning intervention for both seasons was performed in plants aged 33 months to obtain a three meters log pruned. Total height, diameter at breast height (DBH) and horizontal and vertical external wound closure were measured from the first pruning intervention up to the age of 40 months. Tree trunk diameter was also measured at 0.30 m, 1.30 m, 2.30 m and 3.30 m height to evaluate the effect of pruning on taper. The internal wound closure was evaluated by taking bole discs at different tree heights at branch intersection point. Leaf area index (LAI), photossintetically active radiation (PAR) and canopy radius were measured at regular intervals to evaluate crown dynamic after artificial pruning. Artificial pruning starting at 20 months old plants (dry season) had no significant effect on DBH, height and volume while pruning starting at 28 months old plants affected significantly plant growth (p>.05). Significant reduction in LAI (p>.05) was observed after pruning at age 20 months (dry season) with plants recovering rapidly their crown in the subsequent rainy season. When plants were first pruned at age 28 months there was no significant reduction in LAI (p>.05) once it was observed partial leaf senescence up to the pruning height. Even though there was no significant effect on taper when pruning started at age of 20 months , it was observed a tendency of taper reduction with pruning up to the age of 40 months. When first pruning intervention occurred at age 28 months, it was observed significant taper reduction in the trunk segments of 1.30-2.30 m and 1.30- 3.30 m height. This effect may have happened because branches diameter increased, promoting reduction in trunk diameter at the position above branch insertion. This indicates that pruning of this clone plants should be applied at younger ages. The external analysis of pruning wound indicated that horizontal is faster than vertical closure and, that wound closure located at the base of the bole, where the bark was already brown, is slower than at higher heights in the trunk where the bark is still greenish. The overall results of this study indicate that pruning intensities adopted for 24504 Eucalyptus grandis clone did not affect growth and, that the first pruning intervention should be applied as earlier as possible when plants may have greater recovery capacity and the branches are still thin, reducing taper and wound size.eng
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Viçosapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectEucalyptus grandispor
dc.subjectClonagempor
dc.subjectCrescimentopor
dc.subjectEfeito da desramapor
dc.subjectÍndice de área foliarpor
dc.subjectMadeira serradapor
dc.subjectQualidadepor
dc.subjectEucalyptus grandiseng
dc.subjectCloneeng
dc.subjectGrowtheng
dc.subjectEffect of artificial pruningeng
dc.subjectLeaf area indexeng
dc.subjectLumbereng
dc.subjectQualityeng
dc.titleCrescimento, dinâmica de copa e qualidade da madeira para serraria de clone de Eucalyptus grandis [HILL EX MAIDEN] submetido à desrama artificialpor
dc.title.alternativeGrowth, crown dynamic and wood quality for sawmill of Eucalyptus grandis [HILL EX MAIDEN] clone submitted to artificial pruningeng
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.authorLatteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4771311J9por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentManejo Florestal; Meio Ambiente e Conservação da Natureza; Silvicultura; Tecnologia e Utilização depor
dc.publisher.programMestrado em Ciência Florestalpor
dc.publisher.initialsUFVpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::RECURSOS FLORESTAIS E ENGENHARIA FLORESTAL::SILVICULTURApor
dc.contributor.advisor1Reis, Geraldo Gonçalves dos
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787900Z6por
dc.contributor.referee1Reis, Maria das Graças Ferreira
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4783318Z6por
dc.contributor.referee2Silva, Eldo Antônio Monteiro da
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787422E9por
dc.contributor.referee3Pezzopane, José Eduardo Macedo
dc.contributor.referee3Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4720574Z3por
dc.contributor.referee4Vital, Benedito Rocha
dc.contributor.referee4Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787473J6por
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