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dc.contributorMartins, Eliane Maurício Furtado
dc.contributorStringheta, Paulo Cesar
dc.contributor.advisorRamos, Afonso Mota
dc.contributor.authorMoreira, Mônica Santana
dc.date.accessioned2015-12-03T15:53:37Z
dc.date.available2015-12-03T15:53:37Z
dc.date.issued2015-06-24
dc.identifier.citationMOREIRA, Mônica Santana. Impregnação a vácuo de β-caroteno e luteína em salada de frutas minimamente processada. 2015. 99 f. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. 2015.pt-BR
dc.identifier.urihttp://www.locus.ufv.br/handle/123456789/6879
dc.description.abstractO presente trabalho objetivou adicionar corantes naturais com função antioxidante em salada de frutas minimamente processada pelo método de impregnação a vácuo. O tempo de impregnação a vácuo foi determinado por meio de análises físico-químicas de cor, firmeza e carotenoides totais nos tempos 0 e 8 dias de armazenamento a 5 °C. Posteriormente, as saladas de frutas minimamente processadas foram submetidas à impregnação a vácuo pelo tempo determinado, sendo adicionadas de diferentes proporções de -caroteno e luteína no produto e solução 1% de ácido ascórbico. O tratamento controle foi submetido ao mesmo procedimento sem a presença dos corantes naturais, já o tratamento in natura não foi submetido a impregnação a vácuo, ficando imerso em solução contendo 1% de ácido ascórbico pelo tempo determinado. As saladas foram armazenadas a 5 oC por 8 dias e submetidas as análises de pH, acidez, sólidos solúveis totais (SST), vitamina C, cor, incorporação de componentes, firmeza, perda de massa, carotenoides, porosidade, coliformes a 30 e 45 oC, contagem de psicrotróficos, contagem de fungos filamentosos e leveduras e análise sensorial. Constatou-se que o tempo de aplicação de vácuo e restauração da pressão atmosférica de 7 minutos esteve dentre os que apresentaram as maiores médias tanto para cor, quanto para firmeza e carotenoides totais, sendo este o tempo estabelecido neste experimento. Verificou-se que os valores de pH, acidez total titulável e teor de sólidos solúveis das saladas mantiveram-se estáveis ao longo do período de estocagem. A impregnação a vácuo promoveu a diminuição das características de cor nas saladas de frutas minimamente processadas ao longo do tempo de armazenamento a 5 °C. A diminuição dos valores de vitamina C ao longo do tempo de armazenamento podem estar atribuídos ao tempo de exposição das amostras ao oxigênio. A técnica de impregnação a vácuo promoveu ruptura nas junções da parede celular, facilitando a liberação da água e contribuindo para que houvesse maior perda de massa e firmeza durante o período de estocagem das saladas. Porém, esta técnica foi eficiente para incorporar componentes na salada de frutas minimamente processada contendo banana, mamão, manga e pêssego. Observou-se que o teor de carotenoides diminuiu ao longo do tempo de armazenamento, provavelmente devido a exposição das saladas de frutas à luz, oxigênio e meio ácido. Constatou-se que as saladas se encontraram dentro dos padrões legais vigentes apenas para coliforme a 45 °C, apresentando contagem elevada de micro-organismos psicrotróficos e fungos e leveduras a partir do 4° dia de armazenamento. Com relação a análise sensorial, observou-se que as amostras consumidas logo após o processamento obtiveram escores médios maiores do que as amostras que ficaram armazenadas durante 4 dias a 5 °C. Portanto, foi possível concluir que a impregnação a vácuo é uma técnica que permite a máxima retenção de carotenoides em frutas, apesar de favorecer a ocorrência de danos com relação a cor e firmeza de todas as frutas utilizadas para elaborar o produto ao longo do período de armazenamento a 5 °C. Além disso, a ingestão diária de 25 g de salada logo após o processamento é capaz de suprir a quantidade diária recomendada para carotenoides e metade da quantidade diária recomendada para vitamina C.pt-BR
dc.description.abstractThe purpose of this study is to added natural pigments with antioxidant function in fruit salad minimally processed by vacuum impregnation method. The vacuum impregnation time was determined by analysis of physical-chemical color, firmness and total carotenoids into 0 and 8 days of time storage at 5 °C. Subsequently, the minimally processed fruit salads were subjected to vacuum impregnation by a determined vacuum impregnation time, being added in different proportions of - carotene and lutein in the product and 1% of ascorbic acid solution. The control treatment was subjected to the same procedure without the presence of natural colorings, on the other hand the treatment in natura was not subjected to vacuum impregnation, being immersed in a solution containing 1% of ascorbic acid by a determined time. The salads were stored at 5 ° C for 8 days and submitted to pH, acidity, total soluble solids (TSS), vitamin C, color, components incorporation, firmness, mass loss, carotenoids, porosity, coliforms at 30 and 45 ° C, psychrotrophic count, filamentous fungi and yeast counts and sensory analysis. It was found that the vacuum application and restoration of the atmospheric pressure time of 7 minutes has always been among those who had the highest average for both color, and for firmness and total carotenoids, which is the time used in this experiment. It was found that pH values, titratable acidity and soluble solids content of the salads were stable over the storage period. The vacuum impregnation has promoted the reduction of color characteristics in minimally processed fruit salads over the storage time at 5 ° C. The decrease in vitamin C values over the storage time may be assigned to the exposure time of the samples to oxygen. The vacuum impregnation technique promoted rupture in the cell wall junctions, facilitating the release of the water and contributing to the mass loss were higher and firmness during the storage period of the salads. However, this technique was efficient in incorporating components for fruit salad minimally processed containing banana, papaya, mango and peach. It was observed that the carotenoid content decreased during the storage time, probably due to exposure of the fruit salads to light, oxygen and acidic. It was found that the salads are within the current legal standards only for coliforms at 45 ° C, with a high count of psychrotrophic microorganisms, fungi and yeasts from the 4th day of storage. In relation of sensory analysis, it was observed that the samples immediately consumed after processing had higher mean scores than the samples that were stored for 4 days at 5 ° C. Therefore, it was concluded that the vacuum impregnation is a technique that allows for maximum retention of carotenoids in fruits, despite favoring the occurrence of damages in relation of a color and firmness of all fruits used to produce the product over the period of storage at 5 ° C. Furthermore, the daily intake of 25 g of salad after the processing is able to supply the daily recommended amount of carotenoids and half the daily recommended amount of vitamin C.en
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicopt-BR
dc.language.isoporpt-BR
dc.publisherUniversidade Federal de Viçosapt-BR
dc.rightsAcesso Abertopt-BR
dc.subjectFrutas - Processamentopt-BR
dc.subjectCorantes naturaispt-BR
dc.subjectCarotenoidespt-BR
dc.subjectLuteínapt-BR
dc.subjectAntioxidantespt-BR
dc.titleImpregnação a vácuo de β-caroteno e luteína em salada de frutas minimamente processadapt-BR
dc.titleImpregnation vacuum β-carotene and lutein in minimally processed fruit saladen
dc.typeDissertaçãopt-BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8985232393217422pt-BR
dc.subject.cnpqTecnologia de Alimentospt-BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Viçosapt-BR
dc.degree.departmentDepartamento de Tecnologia de Alimentospt-BR
dc.degree.programMestre em Ciência e Tecnologia de Alimentospt-BR
dc.degree.localViçosa - MGpt-BR
dc.degree.date2015-06-24
dc.degree.levelMestradopt-BR
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