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dc.contributorMinim, Valéria Paula Rodrigues
dc.contributorPriore, Silvia Eloiza
dc.contributor.advisorMonteiro, Josefina B. Resende
dc.contributor.authorLiberato, Selma Coelho
dc.date.accessioned2016-11-10T16:03:51Z
dc.date.available2016-11-10T16:03:51Z
dc.date.issued2005-06-30
dc.identifier.citationLIBERATO, Selma Coelho. Atividade física, padrão dietético e composição corporal de adultos jovens australianos: caracterização e comparação de métodos. 2005. 107f. Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. 2005.pt-BR
dc.identifier.urihttp://www.locus.ufv.br/handle/123456789/9139
dc.description.abstractForam conduzidos três estudos em Brisbane, Austrália. Os participantes foram selecionados ao acaso e o único critério de inclusão no estudo era que fossem homens saudáveis entre 18 e 25 anos. A maioria era estudante universitário. No primeiro estudo, com o objetivo de avaliar a acurácia em estimar o gasto energético e os padrões de atividade física sob condições de vida livre, o diário de atividade física (B-PAR) foi comparado com o acelerômetro triaxial RT3 em 11 participantes durante 4 dias consecutivos. No segundo estudo foram comparados dois métodos de consumo alimentar: recordatório alimentar de 24 horas (24hDR) e o diário alimentar de quatro dias (4dFR) em 34 participantes. Também foi possível quantificar a subestimação do consumo alimentar, estimada por 24hDR e 4dFR, comparado ao gasto energético e avaliar a acurácia do método de Goldberg para identificar subestimação. No terceiro estudo, para diagnosticar e adotar medidas corretas de intervenção para tentar reduzir a obesidade e as doenças cardiovasculares, foram avaliadas em 38 participantes: composição corporal por meio de medidas antropometricas, pregas cutâneas e absortometria de raios X de dupla energia (DEXA); taxa metabólica basal (RMR) por meio de calorimetria indireta, padrão de lipídios sanguíneos, consumo alimentar por meio de 4dFR, padrão de atividade física por meio de B-PAR e o fitness cardiorespiratorio por meio de teste direto da capacidade máxima. No primeiro estudo, o gasto energético foi superestimado em 14,7% pelo B-PAR em relação ao acelerômetro RT3. As limitações do método de B-PAR e a falta de comprometimento com o estudo contribuíram para a superestimativa do gasto energético pelo B-PAR. O preenchimento de um diário de atividade física enquanto usando o acelerômetro permitiu constatar que, quando fazendo atividade física intensa, algumas vezes os participantes tiraram o acelerômetro. No segundo estudo, houve boa concordância no consumo de macronutrientes estimado por 24hDR e 4dFR em nível de grupo mas não em nível individual. Em nível de grupo, tanto obesos quanto não obesos subestimaram consumo alimentar. Em nível individual, 20,6% e 8,8% dos participantes subestimaram consumo energético por 4dFR e 24hDR, respectivamente considerando o critério do limite de confiança de 95% para consumo energético em relação ao gasto energético. A sensibilidade e especificidade do método de Goldberg foram 0,86 e 0,93, respectivamente para 4dFR. Para o 24hDR, essesvalores foram 1,00 e 0,90, respectivamente. A ausência de diferença no consumo de macronutrientes expressos como percentagem de energia entre os relatos aceitáveis e aqueles que subestimaram o consumo de alimentos sugere que os dados do presente estudo podem ser usados em análises com outras variáveis na evolução da relação entre dieta e saúde, desde que expressos em valores energéticos. Dos participantes deste estudo, 10,5% foram abaixo do peso (índice de massa corporal, IMC < 20 kg.m-2), 47,4% saudáveis (20 24,9 kg.m-2), 31,6% sobrepeso (25 IMC IMC 29,9 kg.m-2) e 10,5% obesos (IMC 30 kg.m-2). Quando mensurada por DEXA, a gordura corporal dos participantes variou de 6,0 a 37,0%. Obesos e não obesos tiveram similar massa livre de gordura e conteúdo mineral ósseo. Mais de 70% do conteúdo mineral ósseo e mais de 80% da massa livre de gordura estão localizados nos braços e pernas. O RMR dos obesos também foi similar ao dos não obesos, provavelmente devido a similar quantidade de massa livre de gordura. O consumo médio de gorduras e carboidratos dos participantes do corrente estudo estive acima (32,3%) e abaixo (47,1%), respectivamente do recomendado (30% e 50%, respectivamente). O consumo de ácidos graxos poliinsaturadas (13,4 g.d-1) e fibras (25,8 g.d-1) esteve abaixo do recomendado (18,6 g.d-1 e 38 g.d-1, respectivamente). O consumo de quase todas as vitaminas e minerais esteve entre a recomendação (RDI) e o limite superior (UL). Somente o consumo de niacina esteve acima da UL (35 mg.d-1). Em média, o tempo gasto em atividades moderadas e intensas pelos participantes foi 140,4 minutos. Obesos gastaram mais tempo fazendo atividades moderadas e intensas que não obesos. O nível de fitness cardiorespiratório foi excelente para os não obesos (55 ml.kg-1.min-1) e na media para os obesos (44 ml.kg-1.min-1) comparado aos valores publicados pela American College of Sports Medicine (> 51 ml.kg-1.min-1 e de 42 a 48 ml.kg-1.min-1, respectivamente). Aumentando a atividade física e tendo uma dieta saudável e balanceada pode aumentar a massa corporal magra, a qual aumenta a taxa metabólica basal. Uma maior taxa metabólica basal contribui para um maior gasto energético, o qual contribui para um desbalanço entre gasto energético e consumo alimentar no sentido de perder peso e conseqüentemente reduzir a obesidade. Além de colaborarem com a redução da obesidade, o aumento da atividade física e uma dieta saudável também podem estar colaborando com a melhora dos padrões de lipídio sanguíneo, onde 68% dos participantes tiveram colesterol total acima dos limites recomendados (4,0 mmol.L-1). Medidas combinadas podem resultar em maiores benefícios para a saúde que medidas isoladas.pt-BR
dc.description.abstractIt was conducted three studies in Brisbane, Austrália. The participants were selected at random and the only inclusion criteria into the studies was to be health men aged 18 to 25 y. The most was university students. On the first study, with the goal of evaluating the accuracy in estimating daily energy expenditure and in characterizing the PA patterns of free-living human, the physical activity diary (B-PAR) data were compared with RT3 accelerometer data in 11 participants over 4 consecutive days. On the second study, It was compared two methods of EI assessment: 24-hour dietary recall (24hDR) and 4-day food record (4dFR) in 34 participants. It was also possible to assess the underreporting of food intake assessed by 24hDR and 4dFR, compared to EE and to evaluate the accuracy of the Goldberg cut-off method for identifying underreporting. On the third study, to identify and adopt the correct interventions to try to decrease obesity and cardiovascular diseases it was assessed in 38 participants: body composition by anthropometric measurements, skinfols and dual-energy X-ray absorptiometry (DEXA); resting metabolic rate (RMR) by indirect calorimetry, blood lipid pattern, food intake by 4dFR, physical activity pattern by B-PAR and cardiovascular fitness by direct measurement of maximum oxygen capacity. The energy expenditure was overestimated in 14.7% by B-PAR in relation to RT3 acceleromenter. The B-PAR limitations and the lack of participants’ commitment contribute to EE overestimated by B-PAR in relation to RT3. Recording PA while wearing accelerometer allows us realize that the participants took off the accelerometer in most of the time for doing intense PA. There were good agreement between the measurements of energy and macronutrients intake by 24hDR and 4dFR at the group level, but not at the individual level. At the group level, obese and non-obese groups underreported EI by both 4dFR and 24hDR methods. At the individual level, 20.6% and 8.8% of participants underreported their EI by 4dFR and 24hDR, respectively considering the 95% confidence interval for EI / EE criteria. The sensitivity and specificity of Goldberg cut-off method were 0.86 and 0.93, respectively for 4dFR. For 24hDR, the corresponding values were 1.00 and 0.90, respectively. The absence of difference significant between macronutrients intake expressed in energy percentage of acceptable reporters and that of under-reporters found in the current study suggest that the diet data can be used in analysis with other variables in the evaluation of the relation between diet and health, since macronutrients are expressed in energy values. From the participants of the current study, 10.5% were classified as underweight (body mass index, BMI < 20 kg.m-2), 47.4% as healthy range (20 BMI 24.9 kg.m-2), 31.6% as overweight (25 as obese (BMI BMI 29.9 kg.m-2) and 10.5% 30 kg.m-2). When assessed by DEXA, the body fat of participants of the current study ranged from 6.0 to 37.0%. Obese and non-obese men had similar fat free mass and bone mineral content. More than 70% of bone mineral content and more than 80% of fat free mass are on leg and trunk together. The RMR of obese men was similar to those of non-obese had likely due to similar amount of fat free mass. The mean intake of fat and carbohydrate of the participants of the current study were above (32.3%) and below (47.1%), respectively, to the recommendation (30% and 50%, respectively). The mean polyunsaturated fatty acids (13.4 g.d-1) and fiber intake (25.8 g.d-1) were lower than the recommended value (18.6 g.d-1 and 38 g.d-1, respectively). The intake of almost all vitamins and minerals was between recommendation (RDI) and the upper limit (UL). Only the niacin intake was above the UL (35 mg.d-1). An overall, the mean time spent in moderate and intense activity, was 140.4 min. Obese spent more time doing moderate and intense physical activity than non obese men. However, to some participants who are not spending the recommended minimum time, more physical activity of moderate and or intense level should be recommended. The level of fitness was excellent for non-obese men (55 ml.kg-1.min-1) and at average for obese (44 ml.kg-1.min-1) compared with values published by American College of Sports Medicine (> 51 ml.kg-1.min-1 and of 42 to 48 ml.kg-1.min-1, respectively). Increasing PA and having a healthy and well balanced diet may help to increase FFM which increase RMR. A higher RMR accounts for a higher EE which would account for an imbalance between EI and EE in order to lost weight and therefore to decrease the obesity. Besides to contribute to decrease obesity, increased physical activity and healthy diet may also be contributing to improve the blood lipid pattern, as 68% of the participants had total cholesterol above the recommended limits (4.0 mmol.L-1). Combined measurements can result in greater help than isolated measurements.en
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicopt-BR
dc.language.isoporpt-BR
dc.publisherUniversidade Federal de Viçosapt-BR
dc.rightsAcesso Abertopt-BR
dc.subjectObesidadept-BR
dc.subjectCriançaspt-BR
dc.subjectAdolescentespt-BR
dc.subjectAtividade Físicapt-BR
dc.subjectConsumo alimentarpt-BR
dc.titleAtividade física, padrão dietético e composição corporal de adultos jovens australianos: caracterização e comparação de métodospt-BR
dc.titlePhysical activity, dietary patterns and body composition of Australian young men: characterization and comparisons of methodsen
dc.typeTesept-BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0550963861789203pt-BR
dc.subject.cnpqCiências da Saúdept-BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Viçosapt-BR
dc.degree.departmentDepartamento de Tecnologia de Alimentospt-BR
dc.degree.programDoutor em Ciência e Tecnologia de Alimentospt-BR
dc.degree.localViçosa - MGpt-BR
dc.degree.date2005-06-30
dc.degree.levelDoutoradopt-BR
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